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Taller de creación y producción de podcast

 

...con Nomad Radio

 

Este taller está diseñado para inspirar a estudiantes y profesionales del ámbito de la comunicación, bibliotecas, documentación y a público general. Aprenderás lo básico para realizar tu proyecto de podcast y afinar el oído. No es necesaria experiencia, pero sí toda la actitud de experimentar y aprender. 

 

En un mundo saturado de pantallas, el audio ha recuperado algo ancestral: la capacidad de conectar de humano a humano a través de la voz.

 

Este taller no es solo una clase técnica; es un puente para transformar las bibliotecas en centros de creación sonora y para que tú, como ciudadano, descubras que no necesitas un gran estudio para ser escuchado. A lo largo de cuatro horas intensivas, pasaremos de la curiosidad a la acción, convirtiendo tus ideas en relatos que vibran con quienes nos escuchan.

 

Datos de interés sobre el taller:

  • será impartido por Miguel Buendía, de Nomad Radio
  • tiene una duración de 4h repartidas en dos jornadas de 2h cada una
  • plazas limitadas: 30
  • es gratuito
  • se precisa inscripción previa

 

Esta actividad se celebra en colaboración con la Biblioteca Universitaria de Las Palmas de Gran Canaria como actividad complementaria a la XII edición de «Compartiendo experiencias», que bajo el lema: «Experiencias creativas en bibliotecas: cómic y manga, videojuegos, teatro y lectura dramatizada, escape rooms, narrativas orales, experiencias audiovisuales…» tendrá lugar el viernes 27 de febrero de 2026, en el edificio central de la Biblioteca de la Universidad de Las Palmas de Gran Canaria (Campus de Tafira). La Mediateca Casa África participa en este encuentro del ámbito bibliotecario compartiendo su experiencia en la iniciativa Cuentos en Red (AECID) en la que también ha colaborado Miguel Buendía. 

 

 

 

PROGRAMA DEL TALLER DE PODCAST

 

Sesión 1. El despertar sonoro 

Día 25 de febrero de 18.30 a 20.30 horas

Auditorio Nelson Mandela. Casa África

  • El viaje del podcast: Por qué este formato está cambiando la forma de compartir cultura y cómo puede potenciar tu proyecto o biblioteca.
  • Gimnasia auditiva: Ejercicios de escucha crítica para entender qué hace que un audio sea "atrapante".
  • Diseño de ADN: Definimos qué quieres contar y para quién. Desarrollaremos una propuesta sólida.
  • Primer contacto: Técnicas de locución y práctica real de grabación. Rompemos el hielo con el micrófono

 

Sesión 2: Confeccionando historias 

Día 26 de febrero de 18.30 a 20.30 horas

Edificio Central de la Biblioteca Universitaria de Las Palmas de Gran Canaria

  • Caja de resonancia: Escucha colectiva de las primeras tomas. Feedback constructivo para pulir el estilo y el contenido.
  • El mapa del guion: Diferencia entre leer y hablar. Estructuras narrativas que enganchan al oyente desde el segundo uno.
  • Escritura creativa: Taller de guión relámpago. Transformamos ideas en palabras para ser escuchadas.
  • La gran grabación (30 min): Ponemos a prueba lo aprendido grabando tu guión final con intención y técnica.

 

Miguel Buendía / Nomad Radio (Torrevieja, 1981)

Gestor cultural, comunicador y productor de audio. Especialista en trabajar con personas de diferentes realidades culturales, ha creado proyectos culturales en los cinco continentes.

Trabajó en radio comercial y comunitaria en España, Paraguay y Australia. Durante 4 años dirigió el Laboratorio Ondas Ayvu donde ayudó a creadores a producir podcasts de literatura, derechos humanos, feminismo, radioteatro, música, cultura y muchas otras, creando una comunidad en torno a la escucha. Ha trabajado con instituciones como la Agencia Española de Cooperación Internacional al Desarrollo (AECID) en las series La Civilización de la Yerba y Cuentos en Red, y con el Programa de Naciones Unidas para el Desarrollo (PNUD) en la colección de relatos junto a activistas centroamericanos por la paz Podcast y Memoria Histórica.

En València forma parte de la familia del medio libre Radio Malva, con quien produjo su última serie Com estem?, poniendo los micros a lxs vecinxs de Benetússer tras la DANA.

Con un pie en Latinoamérica y otro en España, colabora con creadores de la región produciendo podcasts, colecciones de audiocuentos y música experimental como parte del colectivo Remezcla Tu Ciudad.

II CONGRESSO INTERNACIONAL

DIÁLOGOS DIGITAIS ÁFRICA–ESPANHA

Ciências Sociais e Humanidades Digitais

Esta atividade é cofinanciada em 85% por fundos FEDER no âmbito do projeto AfricanTech (1/MAC/1/1.3/0088) dentro da iniciativa INTERREG VI D MAC 2021-2027.

 

A Aliança Intercontinental de Estudos Urbanos (AIEU) e o grupo de investigação AFRICAInEs: Investigação e Estudos Aplicados ao Desenvolvimento (SEJ-491) da Universidade de Granada organizaram em 2024 o primeiro congresso internacional híbrido com painéis online na cidade de Granada (Espanha), oferecendo um fórum de debate sobre digitalização e cooperação na África Subsaariana no âmbito das Ciências Sociais e Humanas. O evento realizou-se sob a designação Digital Diverse 2024.

A Casa África juntou-se a este congresso com o simpósio Divulgação do conhecimento e empreendedorismo digital, que constituiu, por sua vez, a 15.ª edição do Encontro de Sociedade Digital e Biblioteconomia e Ciências da Informação que a Casa África vem realizando desde 2008.

O tema da primeira edição internacional do congresso foi: «Ciências Sociais e Humanidades Digitais: Cooperação, Culturas, Sociedades e Processos Africanos de Digitalização a Sul do Saara», com o objetivo de contribuir para a cooperação com África em termos de respeito pelas culturas, conhecimentos e decisões dos povos africanos.

Esta 2.ª edição, que terá lugar nos dias 7 e 8 de maio de 2026, representará a consolidação deste congresso como um espaço académico e profissional de encontro entre investigadores, profissionais e agentes sociais. Sob o título Diálogos Digitais, mantém o mesmo lema da primeira edição: Ciências Sociais e Humanidades Digitais, mas colocando o foco na transformação digital, difusão do conhecimento e culturas em conexão, com o objetivo de refletir sobre os processos de transformação digital em África e Espanha a partir de uma perspectiva crítica, colaborativa e transdisciplinar.

Esta 2ª edição do congresso foi concebida para integrar diversos perfis da comunidade académica, científica e empresarial, pelo que convida a participar:

  • Investigadores independentes ou ligados a universidades, think tanks ou centros de investigação
  • Empreendedores, profissionais independentes, laboratórios e outras entidades que realizem trabalhos de qualidade fora do âmbito institucional tradicional.
  • Doutorandos, estudantes de licenciatura e mestrado que estejam a desenvolver trabalhos de investigação nestas áreas em qualquer fase da sua investigação.

Para participar no congresso, pode fazê-lo tanto presencialmente (na Casa África) como virtualmente (através do Zoom) e, em ambos os casos, é necessário inscrever-se previamente.

O congresso oferece várias mesas temáticas que contarão com:

Comunicações presenciais: estas mesas planeadas contarão com entre três e cinco oradores que debaterão os temas específicos abordados em cada uma delas. São mesas de discussão onde os participantes apresentam as suas comunicações de forma coordenada, promovendo debates mais profundos e abordagens interdisciplinares.

Comunicações virtuais: as comunicações que forem aceites serão apresentadas em formato de vídeo e estarão disponíveis, associadas a cada mesa temática, no site e no canal do YouTube da Casa África.

Conferências magistrais: na inauguração e no encerramento, haverá, respetivamente, uma conferência magistral relacionada com os temas do congresso.

 

As pessoas interessadas em apresentar uma comunicação para ser avaliada como possível comunicação virtual devem enviar as seguintes informações para info@casafrica.es:

  • Nome completo
  • Afiliação institucional/profissional
  • Conteúdo da proposta:
    • Um título claro e representativo do conteúdo
    • A linha temática selecionada de acordo com a mesa em que se enquadra:
      • Digitalização de arquivos africanos em África e em Espanha
      • Conflitos na era da desinformação
      • Mulheres africanas e diáspora face aos desafios e à violência digitais
      • Digitalização, género e poupança comunitária: desafios e aprendizagens da cooperação na África Ocidental
      • Ativismo digital (minorias, racismo, empoderamento)
      • Empreendedorismo digital, negócios e comércio num contexto digital
      • Estratégias financeiras digitais
      • Digitalização e bibliotecas do mundo árabe
      • Bibliotecas em transformação
    • Um resumo (abstract) com um máximo de 400 palavras que deve descrever os objetivos, a metodologia, as principais conclusões ou argumentos e a relevância da investigação para o congresso.
    • Os resumos devem ter um máximo de 400 palavras e podem ser apresentados em espanhol, inglês, francês ou português.
    • Devem incluir: introdução, objetivos, metodologia, discussão, resultados e conclusões.
    • Não devem incluir bibliografia, agradecimentos ou patrocinadores.
    • Cada comunicação poderá ter um máximo de 4 signatários, que deverão estar devidamente inscritos no congresso.
    • Cada autor poderá participar em, no máximo, 3 trabalhos e cada trabalho poderá ter, no máximo, 4 autores.
    • Todos os resumos aceites serão publicados no site associados às mesas correspondentes, indicando que são comunicações virtuais.

 

Todas as propostas serão submetidas à revisão pela organização do congresso. A aceitação será comunicada formalmente por e-mail antes de 1.º de abril de 2026.

 

Datas importantes

  • Prazo para envio de propostas: 15 de março de 2026.
  • Realização do congresso: 7 e 8 de maio de 2026.

 

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Concursos y Premios Casa África 2026: fotografía, ensayo, microrrelato y periodismo

Casa África abre un año más al público general sus concursos anuales: el concurso fotográfico Objetivo África, el concurso de microrrelato Purorrelato, el Premio de Ensayo Casa África y el Premio Saliou Traoré al mejor trabajo de periodismo en español sobre África. Los cuatro certámenes ofrecen un total de más de 10.000 euros en premios, además de la publicación del texto ganador en el caso del premio de ensayo, en colaboración con la editorial La Catarata y una estatuilla conmemorativa en el caso del Saliou Traoré. La recepción de obras participantes en estos cuatro concursos se encuentra abierta en estos momentos.

 

Periodismo

El Premio de Periodismo en español sobre África Saliou Traoré, instituido por Efe y Casa África en 2019, pretende acercar la realidad del continente africano al público en español.

La apuesta informativa de Efe y Casa África, en un homenaje póstumo al veterano corresponsal de la Agencia Efe fallecido el 13 de octubre de 2018, premia a quienes centran su atención en el “desarrollo inclusivo, sostenible e igualitario, además del componente social y solidario”.

Dotado con 5.000 euros y una estatuilla conmemorativa, obra de María de Frutos, Premio Nacional de Artes Plásticas en 2015, a este certamen pueden presentarse periodistas -personas físicas y jurídicas- españoles, africanos o de cualquier nacionalidad que hayan publicado trabajos sobre el continente africano o de temática africana en idioma español durante 2025. La recepción de obras se cierra el 15 de abril.


 

Ensayo

Casa África convoca por 17º año consecutivo su Premio de Ensayo sobre temas africanos, con el que pretende reconocer, incentivar y divulgar ensayos originales e inéditos que contribuyan a un mejor conocimiento del continente africano. El tema elegido para esta convocatoria 2026 es La Desinformación en África: impactos locales, regionales, geopolíticos y papel de la Inteligencia Artificial.

Casa África busca, un año más, trabajos rigurosos que estén bien fundamentados, que se salgan del tópico y que exploren realidades diversas desde un punto de vista crítico y original.

Se concederá un único premio dotado con 2.000 euros y sujeto a la legislación tributaria española vigente en el momento de su abono, independientemente de cuál sea el país de residencia fiscal del autor o autores que resulten ganadores. Además, la obra ganadora será publicada dentro de nuestra Colección de Ensayo. El plazo de participación acaba el 2 de mayo.


 

Microrrelato

Purorrelato, el concurso de microrrelatos de Casa África, tiene por objetivo incentivar la creación literaria que nos anime a sentir y pensar sobre África y a seguir mostrando distintas realidades que nos acerquen al continente, alejadas de los estereotipos que durante tanto tiempo lo han marcado.

Con un máximo de tres microrrelatos por autor, la temática es libre, aunque los microrrelatos deben contener alguna vinculación con África. La historia puede tener lugar dentro o fuera del continente y su grado de vinculación con África puede oscilar desde un detalle hasta el protagonismo total de la misma. Además, los microrrelatos deben ser originales, inéditos y no deben haber sido premiados ni hallarse pendientes de fallo en otros certámenes o concursos. Los participantes deberán garantizar que no existen derechos de terceros sobre los microrrelatos presentados y serán responsables de cuantas reclamaciones puedan formularse a este respecto.

Los microrrelatos se pueden presentar en español, inglés, francés o portugués, con una extensión máxima de 1500 caracteres (no palabras) incluyendo espacios y excluyendo el título. Las obras recibidas serán valoradas por un jurado compuesto por expertos, africanos y/o españoles, de reconocido prestigio en literaturas africanas. El plazo de presentación acabó el 1 de marzo de 2022. Habrá un primer premio de 750 euros, un segundo premio de 375 euros y un tercer premio de 225 euros.

La recepción de obras se acaba el 16 de abril.


 

Fotografía

El Concurso Fotográfico «Objetivo África» premia las fotografías que mejor den a conocer los aspectos positivos del continente africano. La temática de este año gira en torno a África en presente: fotoperiodismo y mirada crítica

La convocatoria para el envío de fotografías está abierta hasta el 2 de mayo. Cada aspirante podrá participar con un máximo de cinco (5) fotografías que se presentan online a través de la plataforma MundoArti. El jurado, compuesto por profesionales destacados del ámbito de las artes, valorará la creatividad, la innovación de la técnica utilizada y la forma en que se transmite el mensaje. La descripción y el título de la fotografía también serán valorados bajo estos criterios. El primer premio en este certamen es de 1.000 euros. Hay un segundo premio de 500 euros y un tercero de 300 euros. 

 

 

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Exposición Musó | Representaciones femeninas en la Colección Pipino

Esta exposición es el resultado de la colaboración entre Casa África y el Fondo para la Etnografía y el Desarrollo de la Artesanía Canaria (FEDAC) del Cabildo de Gran Canaria.  

Mousso / Musó es un vocablo de origen mandinga que significa “mujer”. Un término comprendido a través de las fronteras de África Occidental que alude al protagonismo de las mujeres en las sociedades africanas y evoca la relevancia de su papel como guardianas de las tradiciones, transmisoras de conocimiento y agentes de cambio. 

Las obras aquí expuestas forman parte de la colección Pipino, perteneciente a la FEDAC y compuesta por 450 piezas, en su gran mayoría esculturas ejecutadas en madera, piedra y metal. Elegimos piezas realizadas en el estilo tradicional de los pueblos baulé, senufo, asante, akan, kissi y dan y de las áreas peul del Sahel Occidental. 

Las culturas, las historias y las sociedades africanas se construyen con la participación activa de las mujeres. Sin embargo, la visibilidad y el reconocimiento de la intervención femenina no siempre quedan patentes. Esta exposición pretende ser un pequeño homenaje al esfuerzo de las mujeres que forman parte del pasado, trabajan por el presente y definen el futuro en África

La muestra, comisariada por Idalmy González González, se articula en torno a dos discursos diferentes: 

El primero, Rituales y Ceremonias, exhibe en la Sala Guinea Ecuatorial representaciones escultóricas tradicionales femeninas creadas para participar en las ceremonias, los rituales u otras manifestaciones espirituales y culturales de diferentes pueblos de África occidental. En estos contextos, la mujer simboliza prosperidad, abundancia, fertilidad, respeto a la familia y culto a los antepasados y encarna los valores sociales de la comunidad.

El segundo, en la Sala Kilimanjaro y denominado Vidas y Costumbres, presenta obras que se inspiran en la realidad socioeconómica y cultural de diferentes pueblos en los que las mujeres asumen un papel fundamental participando en las actividades económicas predominantes en su región. Lo público convive con la esfera privada, en la que asumen las tareas domésticas y el cuidado de la familia. Reflejan, además, el interés por los cuidados personales, la preservación de vestimentas y peinados distintivos y, en última instancia, la conservación de sus formas de vida y la riqueza cultural de cada comunidad.  

Cuenta con el apoyo científico y los textos académicos de los doctores Affoua Eugénie Kouamé y Kinva Via Jean Alda Gouledehi, de la Universidad Felix Houphouët Boigny, en Abiyán (Costa de Marfil). El doctor  Gouledehi es historiador, profesor e investigador, afiliado al Departamento de Historia de dicha universidad, mientras que la doctora Kouamé es arqueóloga e investigadora, afiliada al Instituto de Historia, Arte y Arqueología Africanos (IHAAA).

La muestra podrá visitarse de lunes a viernes, de 8:30 a 18:00h, del 19 de febrero al 24 de abril de 2026. Entrada gratuita

 

Distribución de los pueblos africanos a los que pertenecen las representaciones femeninas de esta muestra

 

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Festival Back to the Roots | Sevilla 2026

Casa África colabora un año más con el Festival Back to the Roots, apoyando en esta ocasión la presencia de los cantantes y compositores senegaleses Sidy Samb y Idrissa Bengeloum.

Ambos actuarán en el marco de la V edición del festival, que se celebrará del 9 al 15 de febrero en el Centro de Iniciativas Culturales de la Universidad de Sevilla (CICUS).

Este evento nace como iniciativa para promover el Festival Back to the Roots Senegal, que consiste, como su nombre indica, en una vuelta a las raíces, un espacio para la promoción de iniciativas africanas y afrodescendientes, intercambio de conocimientos, aprendizajes, experiencias, contenidos artísticos, sociales, culturales e intelectuales cuyo objetivo común sea visibilizar realidades, desmontar prejuicios y estereotipos y aportar elementos que contribuyan a un debate crítico y reflexivo sobre la relación entre África y España.

Para entradas, programa y más información, visitar la web del CICUS

 

 

16.º Concurso de Fotografia “Africa Focus” - África no presente: fotojornalismo e olhar crítico

Casa África anuncia o seu 16º Concurso de Fotografia " Objetivo África", que recompensará as fotografias que melhor divulgam os aspectos positivos do continente africano. O tema deste ano é África no presente: fotojornalismo e olhar crítico

A XVI edição do Objetivo África convida a focar a lente na atualidade africana, com o objetivo de visibilizar as múltiplas faces do continente a partir de um olhar comprometido, documentado e honesto.

Num mundo saturado de imagens, o fotojornalismo torna-se uma ferramenta crucial para contar o que acontece — e também o que é silenciado — nas realidades africanas contemporâneas: processos sociais, ativismos, transições democráticas, juventude, migrações, sustentabilidade, desafios urbanos ou inovação tecnológica.

Esta temática pretende não só estimular o exercício do jornalismo visual com ética e profundidade, mas também contribuir para quebrar estereótipos, promover narrativas diversas e aproximar o público em geral das dinâmicas atuais que atravessam o continente africano.

Serão especialmente valorizadas as imagens capazes de contar histórias com humanidade, rigor e respeito, e que não se concentrem em aspetos estereotipados ou negativos.

 

O convite à apresentação de candidaturas permanecerá aberto até  2 de maio de 2026 a 14.00 h (GMT +0) .

Cada candidato pode participar com um máximo de cinco (5) fotografias a serem submetidas em linha através da plataforma MundoArti. As fotografias devem ser enviadas em formato JPEG, com uma resolução mínima de 200 dpi e pesando entre 1 e 5 MB.

O júri, composto por profissionais líderes no domínio das artes, avaliará a criatividade, a inovação da técnica utilizada e a forma como a mensagem é veiculada. A descrição e o título da fotografia também serão avaliados segundo estes critérios.

Os prémios para esta 16ª edição do Objetivo África são:

  1. Primeiro prémio: 1000 euros.
  2. Segundo prémio: 500 euros.
  3. Terceiro prémio: 300 euros

Processo de participação:

  • Descarregue, preencha, assine e digitalize o seu formulário de candidatura. Guarde o PDF gerado porque precisará dele para o anexar à plataforma.
  • Tenha as suas fotografias prontas e a descrição de cada uma delas, bem como o local e a data em que foram tiradas.
  • Tenha uma cópia do seu bilhete de identidade ou passaporte pronta.
  • Com todos estes documentos prontos, entre Mundo Arti (terá de se registar se não o tiver feito antes). Se tiver algum problema ao participar, por favor escreva para contacto@mundoarti.com
  • Tudo o que resta é esperar pelo veredicto do júri.

Regulamento

17º Prémio de Ensaio Casa África: Convite à apresentação de candidaturas

A Casa África anuncia, pelo 17º ano consecutivo, o seu Prémio de Ensaio sobre temas africanos, com o qual pretende reconhecer, incentivar e difundir ensaios originais e inéditos que contribuam para um melhor conhecimento do continente africano.

Os ensaios devem versar sobre o tema escolhido para esta edição, que não é outro senão A Desinformação em África: impactos locais, regionais, geopolíticos e o papel da Inteligência Artificial.

O Prémio de Ensaio Casa África pretende ampliar o conhecimento sobre esta realidade e procura, na sua nova edição, aprofundar a análise de tudo o que foi mencionado.

Casa África procura, uma vez mais, trabalhos rigorosos, desta vez sobre a descolonização, que estejam bem fundamentados, que ultrapassem o cliché e que explorem diversas realidades a partir de um ponto de vista crítico e original.

Esta convocatória está aberta a qualquer pessoa física maior de 18 anos de qualquer nacionalidade e residente em qualquer país que não tenha qualquer relação laboral e/ou profissional com Casa África, nem com nenhuma das instituições que a compõem (Ministério dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, Agência Espanhola de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento, Governo das Canárias e Câmara Municipal de Las Palmas de Gran Canaria). Os vencedores de anteriores convocatórias também não são elegíveis para participar.

Tal como em edições anteriores, será aceite apenas um ensaio por autor, embora o mesmo ensaio possa ser assinado por vários autores.

O trabalho vencedor será publicado na nossa Colecção de Prémios de Ensaio e será também atribuído um prémio de 2.000 euros, sujeito à legislação fiscal espanhola em vigor no momento do pagamento, independentemente do país de residência fiscal do(s) autor(es) vencedor(es).

Condições que os ensaios devem cumprir:

  • Os ensaios devem ser originais, inéditos e não devem ter sido premiados nem estar a aguardar o veredicto de outros certames ou concursos. Os participantes deverão garantir que não há direitos de terceiros sobre os ensaios apresentados, e que serão responsáveis por quantas reclamações se possam formular a esse respeito.
  • Os ensaios podem ser apresentados em qualquer das seguintes línguas: espanhol, inglês, francês ou português.
  • A extensão do ensaio não poderá ser inferior a 15.000 palavras nem superior a 20.000 (incluindo notas de rodapé, mas excluindo bibliografi a no fi nal do trabalho), e este deverá ser redigido com espacejamento duplo em Formato Word Arial 12.
  • Os ensaios devem ser apresentados sem assinatura e estar apenas identificados pelo título da obra e pelo pseudônimo que cada autor decidir utilizar. Tanto o título do ensaio como o pseudônimo devem aparecer em todas as páginas do ensaio, que terão de estar numeradas. Não serão admitidos a concurso os ensaios que estejam assinados.

Para participar, é essencial preencher o formulário de candidatura

A apresentação dos ensaios pode ser feita em qualquer dos locais estabelecidos no artigo 16.4 da Lei 39/2015, de 1 de Outubro, sobre o Procedimento Administrativo Comum das Administrações Públicas, ou seja:

  1. No registo electrónico de qualquer Administração Pública. Aqui está o link para o Registo Electrónico Geral da Administração Geral do Estado (recomenda-se o navegador Explorer).
  2. Nos correios.
  3. Nas representações diplomáticas ou postos consulares espanhóis no estrangeiro.
  4. Nos gabinetes de assistência de registo.

O prazo para participação é de 15 de 2 de fevereiro a 2 de maio de 2026.

Para mais informações:

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IV Congreso Internacional de Jóvenes Investigadores/as sobre África (CIJIA)

Organizado y acogido por la Universidad de Las Palmas de Gran Canaria (ULPGC), el IV CIJIA se consolida como un espacio abierto, plural y dinámico para el intercambio de ideas, el debate académico y la presentación de investigaciones innovadoras sobre África y su diáspora."  

Este encuentro se llevará a cabo los días 26, 27 y 28 de mayo de 2026. El IV CIJIA tiene como misión fundamental consolidar un espacio donde las nuevas generaciones de académicos puedan reflexionar y dialogar sobre las realidades de África y su diáspora. El congreso fomenta el intercambio académico y la creación de redes de colaboración entre jóvenes investigadores que están comenzando o consolidando sus carreras en los estudios africanos. 

El tema de esta IV edición del Congreso es “África mirando al futuro. Historia, retos y perspectivas de los Estudios Africanos”, una invitación a reflexionar, desde miradas renovadas, sobre los profundos cambios, desafíos y oportunidades que atraviesa el continente africano en un mundo en transformación.

El congreso está diseñado específicamente para integrar a diversos perfiles dentro de la comunidad académica y científica. Se invita formalmente a participar a:

  • Estudiantes de Grado y Máster que estén desarrollando trabajos de investigación. 
  • Doctorandas y doctorandos en cualquier fase de su investigación. 
  • Jóvenes doctoras y doctores que hayan defendido su tesis doctoral en los últimos cinco años. 
  • Investigadoras e investigadores independientes que realicen trabajos de calidad fuera del ámbito institucional tradicional. 

Para garantizar un debate enriquecedor y una exposición clara de los trabajos, el congreso ofrece tres formas principales de participación:

  1. Ponencias individuales o en coautoría: Los investigadores pueden presentar sus trabajos de forma independiente o junto a un colega, con un límite máximo de dos personas por propuesta. 
  2. Paneles temáticos pre-constituidos: Esta modalidad permite que grupos de entre tres y seis participantes se organicen en torno a un tema específico. Estos paneles funcionan como mesas de discusión donde los integrantes presentan sus trabajos de manera coordinada y complementaria, promoviendo debates más profundos y enfoques interdisciplinarios que se integrarán como mesas oficiales en la programación del congreso. 
  3. Talleres Predoctorales: Una modalidad especial enfocada en la formación y el crecimiento académico. 

 

 

 

Fecha límite para el envío de propuestas: 28 de febrero de 2026

 

Líneas Temáticas y Ejes de Discusión 

Las propuestas presentadas deben inscribirse de forma clara en una de las siguientes áreas temáticas, que conformarán las mesas de trabajo del congreso:

  • Gobernanza, ciudadanía y transformación política: Enfocada en procesos de cambio político, democratización, movimientos sociales, participación juvenil y construcción del Estado, buscando explorar tanto avances como retos en sistemas políticos inclusivos. 
  • Economías africanas en transición: Análisis de la innovación, digitalización, emprendimiento, industrias creativas e informalidad laboral, así como la relación entre desarrollo económico y sostenibilidad ambiental. 
  • Dinámicas migratorias y diásporas africanas: Estudio de la movilidad dentro y fuera del continente, incluyendo migraciones laborales, forzadas y climáticas, junto a debates sobre identidad, remesas y redes transnacionales. 
  • Cambio climático, sostenibilidad y justicia ambiental: Impactos del clima en las comunidades africanas, transición hacia energías renovables, gestión de recursos naturales y modelos de desarrollo resilientes. 
  • Conflictividad, paz y seguridad humana: Discusión sobre conflictos armados, mediación comunitaria, violencia estructural y seguridad alimentaria desde enfoques políticos y culturales. 
  • Culturas, identidades y expresiones artísticas: Producción cultural, literaria y artística, patrimonio, narrativas decoloniales, arte contemporáneo y afrofuturismos. 
  • Salud, bienestar y sistemas de cuidados: Investigación sobre salud pública, medicina tradicional, desigualdades sanitarias y la conexión de la salud con factores sociales y de género. 
  • Género, feminismos y diversidades en África: Exploración de perspectivas feministas africanas, roles de género, masculinidades, derechos LGTBIQ+ y políticas de igualdad ante las transformaciones sociales. 
  • África y tecnología: Impacto de la digitalización en la política y educación, el papel de las redes sociales en la movilización social y los desafíos de la gobernanza digital. 
  • Educación, investigación y producción de conocimiento: Reflexión sobre sistemas educativos, descolonización del conocimiento y formación de la juventud investigadora con aportes críticos y transformadores. 
  • Perspectivas decoloniales y relecturas críticas: Herramientas para cuestionar narrativas hegemónicas, recuperar epistemologías marginadas y promover una comprensión emancipadora del continente. 
  • Historia de África: Exploración de procesos sociales, políticos y económicos a través del tiempo, cuestionando relatos tradicionales y recuperando memorias locales silenciadas. 

 

 

Fechas Clave y Enlaces de Interés 

  • Celebración del Congreso: 26 al 28 de mayo de 2026. 
  • Fecha límite para el envío de propuestas: 31 de enero de 2026. 
  • Formulario de inscripción:
  • Correo electrónico de contacto: congreso.cijia@gmail.com

 

 

 

Club de Lectura y presentación del libro «De qué color son los blancos», con Odome Angone

El Club de Lectura Antonio Lozano de Casa África ha leído la novela De qué color son los blancos, de Odome Angone, editada por Bellaterra, y tendrá la oportunidad de comentarlo directamente con ella este 24 de febrero en la sede de casa África, en una jornada abierta tanto para los miembros del club como para el público en general.

El interrogante que da título a este libro abre una doble lectura de la sociedad. Conviene subrayar que la blanquitud no es una mera cuestión cromática, sino un sistema-mundo asimétrico que algunos erigieron al servicio de un apetito de poder sustentado en la ideología de la exclusión.Desde múltiples frentes antirracistas, antipatriarcales, antihomófobos, anticlasistas y antifronteras –entre otros–, este libro recurre a un abanico de recursos que, aunque no exhaustivos, dialogan con problemáticas actuales a través de un diverso elenco de escritores, artivistas, pensadores críticos, afrociberactivistas y agitadores sociales. Todos ellos, desde perspectivas heterogéneas, confluyen en las luchas de comunidades afrodescendientes y africanas que buscan un reconocimiento institucional.

Esta obra pretende visibilizar las voces históricamente eclipsadas y empujadas hacia los márgenes de la normalidad. En estas páginas, las perspectivas teóricas, de carácter interseccional y pluridisciplinar, se nutren de una disidencia epistemológica que responde a la urgencia de reconocimiento académico y político de la diversidad.

Las temáticas aquí analizadas se inscriben en debates contemporáneos y se entrelazan con las luchas de comunidades afropeas, que reclaman su lugar en el presente y en la memoria.

 

Odome Angone es docente investigadora en la Universidad Cheikh Anta Diop de Dakar. Lleva más de diez años indagando sobre justicia epistémica, a partir de un corpus de textos relacionados con los hispanismos africanos y las literaturas francófonas. Ha recopilado el libro colectivo Las españolas afrodescendientes hablan sobre identidad y empoderamiento (2018). Su ensayo Femmes noires francophones (2020) ofrece una mirada interseccional entre género, raza y colonialidad.  

 

El encuentro para comentar De qué color son los blancos será el martes 24 de febrero de 2026, a las 19.00 horas, en el Auditorio Nelson Mandela de Casa África y también podrá seguirse on line a través de Teams.

 

 


 

Las personas interesadas en formar parte del Club de Lectura Antonio Lozano de Casa África deben escribir un correo a su coordinadora, Ángeles Jurado: ajurado@casafrica.es

 

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Constellations

Casa África colabora con la Asociación Cultural Ritmos del Mundo para que 4 bailarines de Costa de Marfil lleguen hasta Madrid para llevar a cabo la representación escénica de «Constellations», una pieza creada por la compañía de danza urbana Dani Pannullo que podrá disfrutarse del 4 al 8 de febrero en Teatros del Canal.

«Constellations» es un diálogo de estilos, una conversación entre cuerpos que convocan pasado y presente.

En las grandes urbes del mundo surgen constantes nuevos movimientos de baile que tienden a permanecer o desaparecer en el tiempo según su raíz, calidad, intención, originalidad y práctica. Al mismo tiempo cada nación africana, en su “interior” geográfico y antropológico, mantiene sus tradiciones ancestrales y vernáculas, lo que resulta maravilloso. Costa de Marfil naturalmente no podría ser una excepción.

La danza en sus infinitas formas es un sistema de contención en mi vida, un disparador de ideas que abro a cada artista de forma que puedan ser ellos mismos en escena, bajo una suerte de “improvisación y método”, como si de un edificio de la Bauhaus se tratase. Así los bailarines que veremos en «Constellations», bajo una atenta mirada, serán -simplemente- ellos mismos.

Como director y coreógrafo, casi sin darme cuenta, me he convertido en los últimos años en un explorador del gran baile del mundo.

Al mismo tiempo “hay que ser absolutamente moderno”, como reza la famosa frase de Rimbaud, lo comprobaréis.

Estar atento a lo que la juventud africana quiere contarnos con sus cuerpos es fundamental para construir este puzle de ideas y sentimientos.

García Lorca, nuestro poeta universal, dijo: “La imaginación es un aparato espiritual”, ¡y vaya si lo es! Sin compartir la misma lengua nos ha permitido ahondar en una teoría del cuerpo que siento que ya eclosiona en el mundo entero y ha sido un encuentro con ventaja, sin palabras, donde el cuerpo es el único interlocutor.

Tradición y contemporaneidad, danzas urbanas o experimentales de libre expresión, son parte central de este espectáculo que nos habla del poder y la alegría de la cultura en un mundo dividido.

Jóvenes del mundo entero, desde parques, plazas, calles o terrazas, separados por miles y miles de kilómetros, danzan y danzan estilos muy similares entre sí, como sucede ahora entre Abiyán y Madrid.

Dani Pannullo

La representación de esta obra supone un estreno en España y cuenta con el apoyo de la Embajada de España en Abiyán (Costa de Marfil), la AECID (Agencia Española de Cooperación al Desarrollo) y Casa África.

 

Resumen

  • Qué? Estreno de la obra de danza «Constellations»
  • Cuándo? Del 4 al 8 de febrero a las 19.00 h
  • Dónde? En la Sala Negra de Teatros del Canal
     

Repercusión en medios

 

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