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A companhia Rary de Madagáscar protagoniza a primeira residência criativa de dança africana contemporânea em La Gomera

06/10/2010

A companhia de dança contemporânea africana Rary realiza uma residência criativa que, desde a passada terça-feira e até ao próximo dia 17 de Outubro, irá deliciar o público interessado com ateliês, intercâmbios com profissionais e aulas de formação no Centro Coreográfico de La Gomera. Esta iniciativa, promovida pela Casa África e enquadrada no programa África em Movimento, surge com o objectivo de potenciar o intercâmbio criativo entre bailarinos espanhóis e africanos, e aproximar as artes cénicas africanas, neste caso a dança contemporânea, do público canário.

 

A Companhia Rary, originária de Madagáscar, é um dos grupos de dança mais conhecidos e populares da África austral. O seu líder e coreógrafo, Ariry Andriamoratsiresy, é considerado o criador de toda uma nova linguagem, a meio do caminho entre a sua tradição e identidade africanas e a expressão coreográfica europeia. Ariry, que já participou no I Encontro Coreográfico África-Espanha do passado mês de Janeiro, considera que as características geográficas da ilha e a oportunidade de interagir com a população de La Gomera serão uma boa fonte de inspiração e uma ocasião perfeita para continuar a trabalhar no conceito VATO, uma palavra malgaxe que em português significa “pedra”, uma temática que tem vindo a inspirar ao longo dos anos um grande número de artistas em diferentes países.

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