Memoria 2015


Memoria Casa África 2015

A punto de cumplir 10 años de actividad, para Casa África es un placer constatar que África es un continente cada vez más presente y al que se le reserva cada vez más espacio y atención, otorgándole el lugar que siempre mereció. Empresas, organizaciones y ciudadanos comprenden que África es un referente y que por su cercanía geográfica merece una apuesta española integral. Somos vecinos con intereses comunes, por lo que podemos y debemos conocernos mejor y crecer juntos.

En esta memoria presentamos las diferentes acciones que desde esta institución se realizaron en 2015 para conseguir ese objetivo desde múltiples áreas.

Desde aquí se puede descargar la memoria en alta (5MB) o en baja resolución (2MB)

 
 
 
 

Memoria 2010


Memoria 2009


 

Memoria 2008


Memoria 2007


 

Catálogos de Exposiciones


Albino, bajo la sombra del sol

a modernidade ignorada. arquitetura moderna de Luanda

O projeto interuniversitário Estudo, catalogação e definição de estratégias de recuperação do património moderno de Luanda nasceu a partir de um olhar sobre África que, com base nos tópicos estabelecidos, tenta compreender um mundo pouco conhecido. Em concreto, surgiu de uma preocupação partilhada por arquitetos e historiadores angolanos, portugueses e espanhóis: estudar e divulgar o que foi, é e poderá ser a arquitetura moderna subsaariana.


 
la modernidad ignorada. arquitectura moderna de luanda

a modernidade ignorada. arquitetura moderna de Luanda

O projeto interuniversitário Estudo, catalogação e definição de estratégias de recuperação do património moderno de Luanda nasceu a partir de um olhar sobre África que, com base nos tópicos estabelecidos, tenta compreender um mundo pouco conhecido. Em concreto, surgiu de uma preocupação partilhada por arquitetos e historiadores angolanos, portugueses e espanhóis: estudar e divulgar o que foi, é e poderá ser a arquitetura moderna subsaariana.


 
Escena Caboverdiana

Cena Cabo-verdiana

Obras pictóricas e fotografia, fruto de vários anos de investigação ao longo do arquipélago macaronésio, segundo nos conta o seu comissário, Orlando Britto Jinorio. A Macaronésia, composta pela Madeira, Açores, Cabo Verde e Canárias, é um conjunto de arquipélagos com desenvolvimentos históricos, sociais, políticos e culturais bastante diferentes. Fruto dessas investigações e encontros surge o Cena Cabo-verdiana, que concebido nesta escala para a Casa África, acolhe três criadores que, segundo Britto, desempenharam e desempenham um papel fundamental no desenvolvimento e construção do panorama artístico contemporâneo do país: o poeta e artista Tchalê Figueira; o fotógrafo, escritor, cineasta e artista Leão Lopes; e o artista e intelectual Irineu Rocha da Cruz.


 
Africa_ES

África.ES. 7 olhares africanos sobre Espanha

O projeto expositivo África.ES enquadra-se no programa “Arte inVisible” que é desenvolvido há alguns anos pela AECID. A Casa África partilha esta iniciativa com a AECID, orientada para impulsionar a arte africana em encontros internacionais e incentivar a relação e o conhecimento destes artistas. O projeto trouxe sete fotógrafos africanos a Espanha, atribuindo a cada um deles uma cidade espanhola para que pudessem transmitir através da sua visão singular o que a cidade lhes sugeria. Os artistas participantes neste projeto, que esteve nas cidades de Madrid e Sevilha são: Arturo Bibang, Mamadou Gomis, Mohamed Konaté, Zanele Muholi, Nii Obodai, Emeka Okereke e Patrick Wokmeni.

 
Un sueño de ida y vuelta. La Sape Congolesa

Um sonho de ida e volta. La SAPE Congolesa

Exposição de oitenta e uma fotografias realizadas por Héctor Mediavilla (Espanha) e Baudouin Mouanda (Congo Brazzaville)  que nos mostram o mundo da Societe des Ambianceurs et des Personnes Elegantes (S.A.P.E.). Uma realidade desconhecida e extravagante que nos mostra outra face do continente africano. É a elegância como religião. Um culto à imagem e à aparência que tem associado todo um código de conduta. Um sapeur é sobretudo um cavaleiro e um pacifista. A SAPE articula-se desta maneira como um modo de viver a partir do qual se constroem novas referências e novos códigos de conduta, baseados na não-violência, a higiene, o respeito para consigo mesmo e o saber viver.

 
Negro. Arte Centroafricano

Negro. Arte da África Central

Esta exposição traz-nos obras que só têm vida e poder quando estão a ser utilizadas nos rituais, para as quais foram concebidas. Quando se desgastam ou deterioram, há outras novas para  substituí-las e realizar um ritual para desprover a antiga peça da sua força espiritual. Só são reparadas quando possuem um valor sentimental. Um retalho da vastíssima e variada produção de arte da África Central. Obras concebidas pelas etnias Fang, Punu, Téké, Kota, Mbété, Pigmeia o Mangbetu. As peças que constituem a exposição fazem parte da Colecção Gabão, sendo os seus comissários Jesús Zoido Chamorro e Ferdulis Zita Odome Angone, pertecente à etnia Fang.

 
Singularidades, jóvenes creadores de Malí

Singularidades, jovens criadores do Mali

Esta mostra – a primeira deste tipo - afirma a vontade da Casa África em revelar e promover  os artistas de uma nova geração no Mali. Reunindo todo uma vastidão de técnicas de expressão: pintura, escultura, desenho, instalações, fotografia, acção, arte digital e vídeo e criação. A mostra abre uma janela para a arte contemporânea do Mali. Comissariada por Christian Perazzone, traz as obras recentes e originais de artistas emergentes ou em via de afirmação, tais como Mamadou Lamine Barry, Seydou Cisse, Lamine Coulibaly, Toussaints Dembele, Modibo Doumbia, Hawa Keíta, Mohamed Konate, Tiecoura N’Daou, Oumou Sankare e Abdoul Karim Sylla.

 
Bienvenidos al Paraíso

Bem-vindos ao Paraíso

Exposição da fotógrafa sul-africana Nontsikelelo Veleko. A mostra combina o singular trabalho dos últimos anos desta jovem fotógrafa, um referente do género do documentário no continente africano, com a sua recente exploração das ruas de diversos municípios da Gran Canária para captar a vida dos africanos que residem nas ilhas. Este novo trabalho de Veleko, realizado por encargo da Casa África, levou-a pelas ruas de vários municípios da ilha. Com esta nova obra, a artista quis dar visibilidade ao que chama as suas histórias de vida, particularidades e a sua memória para enriquecer o olhar do espectador em relação a estas comunidades. O seu objectivo é desmontar os clichés formados em redor deste colectivo.

 
One_Goal

OneGoal

A força e paixão desta equipa de futebol de amputados da guerra cativaram Pep Bonet na sua primeira viagem à Serra Leoa. A sua alegria e vontade de viver embeberam os negativos de um trabalho fotográfico que obteve vários prémios. Mais tarde, juntar-se-ia ao projecto Sergi Agustí, que uniu o movimento a este trabalho, criando o vídeo deste projecto que acabou por se chamar One Goal e que a Casa África acompanhou no ano 2010, por ocasião da sua iniciativa África Vive. Isto permitiu que estes valentes desportistas realizassem uma excursão por várias cidades espanholas, deixando atrás de si um rasto de optimismo e de sorrisos difíceis de esquecer.

 
Bamako 07, en la ciudad y más allá y VII Encuentro Africano de Fotografía

Bamako 07, en la ciudad y más allá y VII Encuentro Africano de Fotografía.

Ampla selecção da última edição da Bienal, com a vontade de oferecer uma visão fiel ao espírito dos Rencontres, como observatório e plataforma de uma realidade social e criativa muito mais diversa, rica e complexa do que os simplificados clichés que habitualmente alimentam o nosso imaginário sobre o mundo africano.

 
Travesia

Travesía

Catálogo da exposição «Travesía» que teve lugar no Centro Atlântico de Arte Moderna (CAAM) e que contou com a colaboração da Casa África. Trata-se de uma exposição sobre a imigração vista através dos olhos de artistas africanos. A realidade que separa os europeus dos africanos foi a fonte de inspiração para esta mostra que entrelaça a arte com o mundo. Uma bibliografia e uma filmografia sobre o tema, além da realização de vários ateliês e debates, completaram esta exposição, na qual se reflectiu sobre conceitos como exílio, migração, viagem, regresso, fronteiras, identidade, memória, decepção, separação ou fraternidade.

 
Soutoura

Soutoura

Colecção de 70 fotografias de Ángel Luis Aldai de mulheres africanas do Mali, Níger, Gana e Costa do Marfim, em diferentes situações da sua vida. Estes retratos situam-se, na opinião da comissária da mostra, Catherine Coleman, na corrente de abertura do conceito de beleza a cânones não euro-centristas.

 
Re/presentaciones: ellas

Re/presentaciones: ellas

O olhar sobre a realidade de quatro artistas africanas contemporâneas que trabalham com distintos materiais e chegam de contextos, formações e visões muito diferentes. Elas são Aïcha Aïdaira (Senegal), Bill Kouélany (República Democrática do Congo), Otobong Nkanga (Nigéria) e Billie Zangewa (Malawi). Comissária, Danielle Tilkin.  

 
AEA Tubab

“AEA Tubab: ¿África es así, m’zungu?”

Este título, duplo e ambíguo (“África é assim: homem branco: África é assim, homem branco?”) é já em si um jogo que ao mesmo tempo propõe e questiona o olhar sobre África de quem chega de fora. A mostra foi encomendada ao pintor Félix Juan Bordes pela Casa África como parte do seu trabalho de apoio ao conhecimento recíproco entre as culturas africanas e espanhola.

 
Africalls

Africalls?

Uma viagem audiovisual ao mundo da arte de uma África contemporânea desconhecida e cosmopolita. Participantes: Jorge Dias (Maputo, Moçambique), Mammadou Gomis (Dakar, Senegal), Myriam Mihindou (Rabat, Marrocos), Nazito Mosquito (Luanda, Angola), Centro de Arte Contemporânea Doual Art (Douala, Camarões), Kwani? (Nairobi, Quénia). Comissária, Elvira Dyangani.

 
Desvelos

Desvelos

Da fotógrafa camaronesa Angèle Etoundi, realizada em Zanzibar. Véus, telas, panos, tecidos, bordados e estampados enquadram os olhares femininos desta mostra, que associa tradição e modernidade e se tornam, em palavras da artista, num “adorno que adere ao corpo e o transforma, dando-lhe um novo sopro de vida”.

 
El Arte de Vivir

El Arte de Vivir: Los Últimos Indígenas

Exposição antropológica que mostra material recompilado ao longo de quase trinta anos por Francisco Giner Abati e que pretende dar a conhecer formas de se relacionar com o seu meio de povos das regiões remotas da África profunda. 

 
África Plural

África Plural, 3+3

Obra de seis artistas africanos, três dos quais vivem em África, e três na diáspora, que oferece uma aproximação à criação e à vida contemporânea na África Subsariana. Participantes: Seydou Keïta, Obie Oberholzer, Djibril Sy, Pélagie Gbaguidi, Emeka Udemba, Outtara Watts. Comissária, Danielle Tilkin.

 

Purorrelato


Purorrelato I Purorrelato II Purorrelato III

Vídeo-Livro África Vive, editado pela Casa África (2012)

A Casa África edita este vídeo-livro (vem acompanhado de um DVD) para tentar resumir o que foram as primeiras edições do seu Festival África Vive, uma celebração com a qual nos mostramos ao continente para celebrar o seu dia, 25 de maio, e neste âmbito organizamos concertos, conferências, seminários, exposições, teatro, dança e apresentações literárias que renovam o compromisso de todos com África e confirmam a nossa proximidade com o continente. África Vive é uma desculpa para desfrutar da mistura, da convivência e da paixão por África e a sua grande riqueza. (Descarregar PDF)

 

Vídeo-Libro África Vive

Vídeo-Livro África Vive, editado pela Casa África (2012)

A Casa África edita este vídeo-livro (vem acompanhado de um DVD) para tentar resumir o que foram as primeiras edições do seu Festival África Vive, uma celebração com a qual nos mostramos ao continente para celebrar o seu dia, 25 de maio, e neste âmbito organizamos concertos, conferências, seminários, exposições, teatro, dança e apresentações literárias que renovam o compromisso de todos com África e confirmam a nossa proximidade com o continente. África Vive é uma desculpa para desfrutar da mistura, da convivência e da paixão por África e a sua grande riqueza. (Descarregar PDF)

 

Cinematografias_Africa

Cinematografias de África. Um encontro com os seus protagonistas, de Guadalupe Arensburg.

Este é um livro de referência para o estudo e conhecimento do cinema africano. Apresenta uma visão sobre os protagonistas do cinema africano, analisando as suas filmografias e o momento histórico em que foram concebidas as suas obras, com o objectivo de proporcionar ao leitor um panorama deste cinema, desde o início das independências à actualidade. Ao conteúdo do livro junta-se um DVD com um documentário realizado por Gabriel Rosenthal de 59 min. de duração, com entrevistas aos directores e fragmentos dos seus filmes.

 

Libro_Institucional

Libro institucional de Casa África que recibió el Diploma Libro institucional en los Premios Visual de diseño de Libros. Puede descargarse en los siguientes idiomas:

 

 

 

 

Guía sobre África

Guia sobre África

Por ocasião do Mundial de Futebol realizado na África do Sul, momento ideal para que, além de futebol, se falasse de África e do seu imenso potencial, a Casa África elaborou um Guia sobre África, para os jornalistas que cobriram o Mundial, com informação geral sobre África, sobre África do Sul e o futebol africano, para contribuir para a difusão de tudo aquilo que permite ver essa África positiva, para lá dos clichês e estereótipos que sempre a marcaram. Download PDF

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