Cadernos Africanos


Com Cadernos Africanos a Casa África abre uma nova linha de publicações que pretende fomentar o debate construtivo sobre temas africanos da atualidade e gerar conhecimento sobre África, utilizando fundamentalmente as vozes dos especialistas do continente.

O design dos Cadernos africanos da Casa África é fruto de um concurso público e dá protagonismo ao imaginário africano que representa o seu design têxtil, reproduzindo telas africanas com a mínima intervenção possível. A tela escolhida para este caderno provém do Senegal, é de tipo wax e o design é contemporâneo e anónimo.

Os Cadernos africanos da Casa África irão abordar as linhas de ação da Casa, sempre procurando temas ou aspetos novos que contribuam com algo para a informação já existente. Os primeiros cadernos centrar-se-ão no cinema, fotografia, comunicação sobre África e temas económicos africanos. Serão dirigidos a professores e investigadores de instituições especializadas, profissionais, estudantes universitários, jornalistas e outros interessados e incluirão textos de fundo redigidos por especialistas nacionais e internacionais, dando prioridade aos africanos.


 
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Caderno nº1. Cinema. Utopia e realidade: 50 anos de Independências africanas?

Este primeiro Caderno Africano analisa a relação entre o nascimento do cinema africano e as independências no continente e é fruto da colaboração da Casa África com a ONGF Al-Tarab e com o Festival de Cine Africano de Tarifa (FCAT). Coordenada por Marion Berger e Sandra Maunac, esta publicação recolhe as comunicações do seminário Utopía y realidad. 50 anos de Independências africanas?, que foi celebrada na edição de 2010 da FCAT e que reuniu especialistas como Macharia Munere, Jihan E Tahri, Lahouari, Mbuyi Kabunda e Paulo Inglês. Inclui além disso, fichas de filmes que foram projetadas no tal FCAT, ligadas a este seminário, que foi organizado com o apoio da AECID, Casa Árabe, Fundación Tres Culturas e Casa África.


 
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Caderno nº2. Cinema. Dijibril Diop Mambéty, cineasta africano

Este Caderno Africano, o segundo dedicado ao cinema, aborda a obra completa de um dos grandes maestros do cinema senegalês e imprescindível cineasta africano, Dijibril Diop Mambéty (Colobane 1945 - Paris 1998). Trata-se de uma análise profunda da sua trajetória e dos seus filmes, uma reflexão que parte do livro anterior do seu autor, o especialistas em cinema africano e professor na Universidade de Victoria no Canadá, Sada Niang, entitulado Djibril Diop Mambéty, un cinéaste à contre-courant (París, L’Harmattan, 2002).


 
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Caderno nº3. Economia. Perspetivas económicas de África e o papel dos países emergentes

Este caderno é o resultado do encontro empresarial sobre oportunidades e perspetivas económicas de África, que a Confederación Española de Organizaciones Empresariales (Confederação Espanhola de Organizações Empresariais) e a Casa África organizaram a 16 de junho de 2011. As economias de Áfricas deram a volta à crise económica e financeira mundial relativamente bem e apresentaram um pico em 2010. Espera-se que o continente continue essa trajetória de recuperação ainda que atualmente existam contratempos graves que influenciem o ímpeto da expansão de 2011. Esperamos que a leitura deste Caderno Africano permita ter uma radiografia do preciso momento em que se encontra África, onde as oportunidades empresariais são incontáveis.


 
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 Caderno nº4. Comunicação. Se fala de nós...

A missão da Casa África em termos de Comunicação poderia ser resumida numa simples frase: conseguir que os meios de comunicação espanhóis falem mais e melhor de África. Este caderno reúne os textos de onze jornalistas africanos que refletem sobre as realidades que vivem e sobre as quais informam e analisam a visão que os meios ocidentais oferecem do seu continente. Pretende ser uma modesta contribuição a essa descolonização do olhar sobre África, com palavras africanas, de africanos e sobre africanos que esperamos que sirvam para descobrir mil olhares possíveis e mil linguagens necessárias na hora de informar sobre o continente. Sempre, com os africanos como maestros.


 
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Caderno nº5. Cinema e literatura. Ecrã escrito: as adaptações cinematográficas de obras literários em África

A Casa África senta-se ao lado de África e dos africanos desde a sua criação e entre os seus desafios sempre esteve a promover o conhecimento e a aproximação do cinema e literatura africana ao público do nosso país, centrando-se especialmente na luta contra os clichés e estereótipos que rodeiam o africano. Com este quinto Caderno Africano, dedicado às adaptações literárias ao cinema, pretende-se difundir o resultado das jornadas Ecrã escrito que tiveram lugar na 8ª Edição do Festival de Cine Africano de Tarifa (hoje em dia de Córdoba) que proporcionou um encontro com autores africanos nos âmbitos da literatura e cinema (realizadores e guionistas) cujas conclusões são aqui mostradas.


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