III Ciclo de Cinema Africano

De 12 a 14 de março de 2013 no Teatro Filarmónica de Oviedo
II Ciclo de Cine Africano. Del 14 al 16 de marzo de 2012 en el Teatro Filarmónica de Oviedo

A Fundação El Pájaro Azul gere fundos públicos e privados orientados para a realização de projetos em países em desenvolvimento que cumpram com os objetivos da Fundação, que são, entre outros, elevar, promover e colaborar em toda a iniciativa e projeto que tenha como objetivo criar as condições adequadas para o desenvolvimento das pessoas. Os seus projetos estão centrados principalmente na África subsaariana. Trabalharam com Benim, Angola ou Camarões, mas o país no qual se centram é a República Democrática do Congo. É ali que se encontram a maioria dos seus projetos.

Esta fundação organiza agora o que será o seu III Ciclo de Cinema Africano, uma exposição que pretende aproximar realidades de África a partir do olhar dos seus protagonistas. Realizar-se-á no Teatro Filarmónica de Oviedo nos dias 12, 13 e 14 de março de 2013 às 20.00 horas. O preço de entrada é de 1€ e as receitas revertem na íntegra a favor do Centro «Bana ya Poveda» para as crianças de rua de Kinshasa (República Democrática do Congo).

Dois dos filmes que formam este ciclo (Tey Mama Africa) chegam a Oviedo pela mão da Casa África, que tem entre os seus objetivos dar a conhecer a produção cinematográfica do continente africano em Espanha.

Mama Africa é um tributo à lendária cantora sul-africana e ativista Miriam Makeba, premiada pelos Grammy e afetuosamente conhecida pelos seus fiéis seguidores como 'Mama Africa” (Mãe África). O filme percorre cinco décadas através de imagens de arquivo, entrevistas e fragmentos de concertos que entusiasmaram milhões de pessoas e emocionaram músicos com a dimensão de Harry Belafonte, Huh Massekela e Paul Simon. Mama Africa capta os momentos mais significativos da vida de Miriam Makeba, desde os seus compromissos políticos, passando pelos seus casamentos, até, claro, à música.

Por sua vez, Tey traz-nos o último dia da vida de Satché. Sabe que é assim que tem que ser, apesar de ser forte e ter boa saúde. Satché aceita a iminente chegada da morte. Percorre as ruas da sua cidade, passa por lugares estratégicos que marcaram a sua vida: a casa dos seus pais, o seu primeiro amor, os amigos da sua juventude... É uma forma do exilado reencontrar as suas origens quando regresse ao seu país.

 
 
 
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